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Um homem foi preso na tarde de sábado (11) em Terra Roxa após invadir uma área restrita da maternidade do Hospital Bom Jesus, em Toledo, e causar pânico entre pacientes e profissionais de saúde. Inicialmente tratado como uma tentativa de sequestro de recém-nascido, o caso foi posteriormente esclarecido pela instituição, que descartou a ocorrência desse crime.
De acordo com informações da polícia, o homem entrou no hospital como visitante, após realizar cadastro na recepção para ver um familiar internado. Durante a permanência na unidade, ele afirmou que faria orações para outros pacientes, mas acabou acessando indevidamente o Centro de Parto, área de acesso restrito.
No local, ele se aproximou de uma puérpera com um bebê e apresentou comportamento considerado suspeito. Testemunhas relataram que o homem teria demonstrado intenção de pegar a criança, o que gerou desespero. A ação foi rapidamente contida por enfermeiras e pela acompanhante da paciente, que impediram qualquer contato.
Segundo o hospital, ao ser questionado pela equipe assistencial e informado de que não tinha vínculo com a paciente, o homem resistiu à ordem de saída e precisou ser retirado pelos profissionais. Ele deixou o local antes da chegada da Polícia Militar.
Com as informações repassadas, equipes policiais iniciaram buscas e identificaram que o suspeito havia fugido em um veículo Ford Ka prata com destino a Terra Roxa. O homem foi localizado em uma residência na Rua Manoel Cardoso Martins, onde demonstrou nervosismo, negou os fatos e ainda tentou resistir à abordagem.
Durante a ação, os policiais encontraram munições de calibre .38 no veículo e, dentro da residência, um revólver do mesmo calibre municiado, além de dinheiro e outros objetos. Diante dos fatos, ele foi preso e encaminhado à 20ª Subdivisão Policial de Toledo, onde o caso segue sob investigação.
Em nota oficial, o hospital reforçou que não houve qualquer tentativa de sequestro ou retirada de recém-nascido, destacando que todos os pacientes estão seguros. A instituição também informou que está colaborando com as autoridades e revisa constantemente seus protocolos de segurança para evitar situações semelhantes.
O caso chama atenção para a importância do controle de acesso em áreas sensíveis de unidades de saúde, como maternidades, e segue sendo apurado pelas autoridades.
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