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Até as 15h deste domingo (25), exatas 219 urnas eletrônicas precisaram ser trocadas no principal colégio eleitoral brasileiro, conforme dados divulgados pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP).
Essa quantidade é avaliada como inexpressiva pelo órgão estadual. O volume equivale a somente 0,19% de todos os equipamentos em funcionamento durante o segundo turno nos municípios paulistas, sendo 55 delas na capital.
Conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a troca de equipamentos transcorre sem causar danos ao pleito. Falhas físicas ou de sistema não interrompem o processo de votação nem invalidam os sufrágios já computados.
Mais de 100 mil urnas
Para este segundo turno, a Justiça Eleitoral paulista mobilizou um total de 114.605 equipamentos. O planejamento envolveu também o uso de unidades de reserva, mantidas estrategicamente para trocas ágeis durante o dia.
O estado paulista concentra o maior número de eleitores do país, ultrapassando 34,1 milhões de pessoas aptas a participar, o que representa cerca de 21,4% do total nacional.
Nesta votação, os cidadãos do estado escolheram apenas presidentes da República, visto que a disputa estadual foi resolvida ainda no primeiro turno.
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