O fim da escala 6x1 traz expectativas reais de mais tempo livre, saúde e convivência familiar para milhões de brasileiros que enfrentam longas jornadas. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) foi aprovada recentemente pelo plenário do Senado Federal, gerando forte repercussão positiva entre trabalhadores de diversos setores.

Adrielle Barbosa de Aquino, de 27 anos, atua como garçonete em um restaurante no Rio de Janeiro. Ela divide a rotina profissional com a criação de dois filhos e relata que, desde o primeiro emprego na juventude, nunca desfrutou de dois dias consecutivos de descanso na semana.

“Nessa escala 6x1, eu só tenho o domingo de folga, né? É o dia que eu tenho para resolver minhas coisas. Um dia para resolver mil coisas e a gente fica perdida. Ainda mais quando a gente é mãe. É pesado!”, desabafa a profissional.

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Ausências em dias úteis para consultas médicas dos filhos resultam em descontos salariais. O cenário reflete a realidade de quem apoia a transição para modelos mais flexíveis de trabalho.

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Jornada exaustiva

O peso da rotina atinge proporções nacionais. Dados da Nexus indicam que 73% da população apoia a alteração nas leis trabalhistas.

Trabalhadoras como Yasmin Nascimento enxergam na medida uma oportunidade legítima de reorganizar o tempo pessoal para estudos e lazer.

Quando passa a valer?

Conforme o texto validado pelos senadores, a transição ocorrerá de forma gradual. As empresas deverão adotar a nova jornada de 42 horas semanais logo no início, avançando para 40 horas posteriores.

FONTE/CRÉDITOS: Portal T7 com EBC