A Universidade de Brasília (UnB) manifestou repúdio oficial contra episódios de violência e destruição de bens públicos ocorridos em suas dependências no último domingo.

Na ocasião, a Polícia Federal efetuou a prisão em flagrante de Wilker Leão, candidato a deputado federal pelo partido Novo.

O político foi detido após danificar pinturas em um muro localizado no Instituto de Artes do campus.

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De acordo com relatos institucionais, a ação contou com a participação de apoiadores que teriam cometido agressões contra alunos presentes no local.

Em seu comunicado oficial, a instituição acadêmica classificou o episódio como reflexo de táticas associadas à extrema direita.

Para a reitoria, tais condutas violam a lei e revelam covardia por rejeitarem o diálogo democrático e qualificado.

O histórico de atritos entre o candidato e a comunidade acadêmica é recorrente.

Anteriormente, ele havia sido desligado formalmente do curso de história da UnB.

O processo disciplinar apontou que o estudante gravava docentes e discentes sem autorização prévia com o intuito de expô-os ao ridículo.

Além disso, registros anteriores indicam convocações para atos de hostilidade no campus, utilizando termos agressivos contra o corpo discente.

Ação policial e medidas legais

Diante da nova invasão e da pichação no Instituto de Artes, a diretoria acionou imediatamente os protocolos de segurança internos.

A intervenção rápida resultou na atuação da Polícia Federal e na condução do suspeito para as providências cabíveis.

A administração da universidade confirmou que tomará todas as medidas jurídicas e administrativas para responsabilizar os envolvidos.

A instituição também ofereceu solidariedade e suporte integral aos estudantes que sofreram agressões durante o tumulto dominical.

Por fim, a gestão reafirmou seu compromisso com a integridade do campus e com a preservação do ambiente democrático.

A Agência Brasil informou que ainda aguarda um posicionamento oficial da defesa do candidato investigado.

FONTE/CRÉDITOS: Portal T7 com EBC