Um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados assegura o direito de afastamento para tratamento de saúde e licença remunerada para o conselheiro tutelar. A iniciativa altera o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Pela nova proposta, os profissionais remunerados poderão se afastar por até 12 dias anuais.

O objetivo é permitir o acompanhamento médico de cônjuges, pais, filhos, enteados ou dependentes econômicos.

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Esses períodos serão considerados de efetivo exercício.

Dessa forma, não haverá descontos salariais ou exigência de compensação das horas não trabalhadas.

A comprovação da necessidade do afastamento ocorrerá por meio de atestado médico ou odontológico.

Também valerá declaração de emissão por unidade de saúde.

Fica proibida a exigência do Código Internacional de Doenças nos documentos, exceto com autorização do profissional ou em perícias.

Atualmente, as leis municipais decidem sobre esses benefícios.

A autora da medida, deputada Denise Pessôa (PT-RS), destaca que a mudança corrige lacunas na legislação federal.

Segundo a parlamentar, o Estado cobra dedicação integral, mas falha no suporte quando o trabalhador adoece.

Próximas etapas

A matéria passará pelo crivo de comissões temáticas na Câmara em caráter conclusivo.

Para entrar em vigor, o texto ainda precisará passar pelo Senado Federal.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

FONTE/CRÉDITOS: Portal T7 com EBC