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Desde o início da campanha para as eleições gerais de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já contabilizou 51.395 queixas de propaganda irregular. O volume foi registrado por meio do aplicativo pardal, ferramenta oficial desenvolvida para o recebimento célere dessas ocorrências pelo país.
No topo da lista de estados com mais registros aparece São Paulo, somando 10.388 casos. Na sequência, destacam-se a Bahia com 5.969, Minas Gerais com 4.635 e Pernambuco contabilizando 3.505 notificações enviadas.
Em contrapartida, as unidades federativas com menor volume de notificações são Tocantins, com apenas 74 registros, Roraima registrando 104 e o Piauí somando 172 ocorrências.
Tipos mais comuns de irregularidades
O principal motivo das queixas, representando 43,78% do total, envolve propagandas em desacordo com as regras em vias públicas. Logo depois aparecem as infrações em bens particulares, somando 11,94%.
Essa categoria abrange condutas como a pintura de muros fora do padrão legal estabelecido, além de inserções em locais públicos. Vale lembrar que tais práticas exigem autorização judicial prévia.
O sistema também recolhe alertas sobre impulsionamentos inadequados na internet, inserções em rádio, jornais e TV, além de adesivos automotivos que ultrapassam o tamanho permitido.
Até o momento, a Justiça Eleitoral deu andamento legal a cerca de 27% de todas as notificações que ingressaram na plataforma oficial.
Como funciona o aplicativo pardal
A ferramenta digital pode ser obtida sem custos nas lojas virtuais para sistemas Android e iOS. Clique aqui para saber mais sobre como baixar o software diretamente nos dispositivos móveis compatíveis.
Para enviar um relato, o cidadão precisa autenticar sua identidade utilizando as credenciais da plataforma Gov.br ou do e-Título. A identidade do autor permanece sempre em absoluto sigilo.
Além de detalhar a infração, os usuários podem anexar arquivos multimídia, como fotografias, gravações em áudio, vídeos e links para comprovar a denúncia feita.
Caso o problema relatado fuja da alçada do sistema, o cidadão é redirecionado para outros canais competentes, a exemplo do Ministério Público Eleitoral (MPE).
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