Os Estados Unidos classificaram como censura uma diretriz do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A norma impede que algoritmos de redes sociais recomendem perfis políticos durante a campanha, exceto via impulsionamento pago.

Aprovada em fevereiro de 2024, a medida busca impedir que bigtechs desequilibrem a disputa eleitoral. O TSE reforça que o objetivo é prevenir riscos à integridade do pleito.

Antes da vigência da Resolução Nº 23.732, a plataforma X alertou usuários sobre a mudança. A postagem foi republicada por Sarah B. Rogers, alta funcionária dos Estados Unidos, que criticou a ação.

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Especialistas em direito eleitoral defenderam a norma nacional. Para analistas, a proibição de recomendações algorítmicas gratuitas protege a igualdade e a isonomia entre os concorrentes.

FONTE/CRÉDITOS: Portal T7 com EBC