Bolsa Família ganha reajuste de 15% e novos valores entram em vigor em outubro
Medida assinada pelo governo federal eleva o benefício mínimo para R$ 691, com o objetivo de proteger o poder de compra das famílias contra a inflação.
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Medida assinada pelo governo federal eleva o benefício mínimo para R$ 691, com o objetivo de proteger o poder de compra das famílias contra a inflação.
O índice oficial usado para o reajuste de salários fechou o oitavo mês em -0,32%, impulsionado principalmente pela queda nos custos de habitação e energia.
Aliviado pelo Bônus de Itaipu e pelo recuo nos alimentos, índice oficial de inflação acumulado em 12 meses recuou para 4,22%, segundo dados do IBGE.
Levantamento do Banco Central aponta que saques superaram depósitos no mês. Cenário reflete a manutenção da taxa Selic em patamares elevados.
Relatório do Banco Central mostra leve melhora no crescimento econômico do país, enquanto a estimativa para a taxa Selic ao fim do ciclo segue em debate.
Com o bônus na conta de luz e o recuo dos combustíveis, o índice registrado pelo IBGE alcança o menor patamar em dois anos e fecha 12 meses em 4,24%.
Previsão de expansão do produto interno bruto caiu para 1,95%, enquanto a projeção para a inflação oficial permaneceu estabilizada em 5,02% ao ano.
Relatório divulgado pelo Banco Central indica manutenção da Selic e do PIB, enquanto estimativas para anos seguintes registram breves ajustes.
Apesar do recente corte da taxa Selic para 14% ao ano, Banco Central destaca incertezas fiscais e externa que exigem postura cautelosa.
Estimativa do PIB também recuou para 1,98%, enquanto a projeção para a Selic ao final do ano permanece fixada em 13,75% e o dólar em R$ 5,20.
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