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Um levantamento inédito revelou que plataformas como o Google, Meta e Kwai descumpriram regras eleitorais e mantiveram anúncios políticos ativos durante o primeiro turno das eleições de 2026. A pesquisa foi conduzida pelo Observatório das Big Techs, do NetLab da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), trazendo alerta sobre falhas na fiscalização digital.
De acordo com as normas estabelecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a propaganda paga na internet é proibida desde 48 horas antes até 24 horas depois do pleito. Além disso, os algoritmos devem barrar recomendações de perfis de candidatos.
No entanto, a equipe identificou centenas de postagens irregulares, além de tentativas de golpe simulando comunicações oficiais da Justiça Eleitoral prometendo votos remotos. As empresas citadas no relatório afirmam cumprir a legislação e manter equipes de moderação ativas.
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