As inscrições do Celpe-Bras para a segunda edição de 2026 continuam abertas e podem ser realizadas pela internet até as 23h59 da próxima quinta-feira (6), no horário de Brasília. O exame do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é voltado a estrangeiros que desejam comprovar sua proficiência na língua portuguesa falada no Brasil.

Para se inscrever, os interessados devem acessar o Sistema Celpe-Bras oficial do Inep. Durante o preenchimento dos dados, o candidato precisa informar o país e o posto onde pretende fazer a prova, além de apresentar um documento de identificação ou passaporte válido, data de nascimento, e-mail e telefone de contato.

Acessibilidade e atendimento especializado

Participantes que necessitarem de atendimento especializado ou que optarem pelo uso do nome social durante o exame devem solicitar o recurso no próprio ato da inscrição. Nesses casos, o edital exige o envio prévio da documentação comprobatória correspondente.

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Taxa de inscrição e pagamentos

O valor cobrado para a participação varia conforme o posto aplicador credenciado. No Brasil, o Inep sugere uma taxa de R$ 259, enquanto no exterior o valor recomendado para instituições privadas ou ligadas ao Ministério das Relações Exteriores (MRE) é o equivalente a US$ 190.

A quitação da taxa de inscrição deverá ser efetuada no período de 27 de julho a 7 de agosto. É recomendado que o estudante entre em contato direto com o posto selecionado para confirmar os valores finais e prazos de pagamento estipulados localmente.

Datas das provas e postos aplicadores

O exame será conduzido presencialmente em instituições de ensino superior, representações diplomáticas, consulados e centros culturais credenciados pelo Ministério da Educação (MEC). No Brasil, as avaliações ocorrem de 20 a 23 de outubro, enquanto no exterior a aplicação será entre 24 e 27 de novembro.

Estrutura da avaliação

O Celpe-Bras avalia a capacidade do candidato em aplicar o idioma em situações reais de comunicação. O exame é dividido em duas partes principais: a escrita, que possui duração de três horas e exige a produção de quatro textos distintos, e a oral, composta por uma entrevista presencial de 20 minutos com avaliadores.

Criado em 1994, o certificado é amplamente aceito por universidades brasileiras em cursos de graduação e pós-graduação, além de empresas e processos de revalidação de diplomas profissionais. A validade do documento e a exigência do nível de fluência dependem das regras estipuladas por cada instituição solicitante.

FONTE/CRÉDITOS: Portal T7 com EBC