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O IBC-Br registrou uma alta de 0,3% em agosto de 2026 na comparação com julho, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (16) pelo Banco Central. O indicador serve para monitorar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses.
Frente a agosto de 2025, o índice avançou 1,2%. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta é de 1,6%.
O termômetro econômico engloba dados dos setores de serviços, indústria e agropecuária, além da arrecadação de impostos sobre produtos.
Na passagem de julho para agosto, a agropecuária teve recuo de 1,8%. Em contrapartida, a indústria cresceu 0,9% e os serviços subiram 0,2%. Os tributos avançaram 0,1%.
Retirando o impacto da agropecuária, o índice oficial manteve a variação positiva de 0,3% no mês.
Confira o desempenho setorial mensal:
- IBC-Br: 0,3%
- Agropecuária: -1,8%
- Indústria: 0,9%
- Serviços: 0,2%
- Impostos: 0,1%
- IBC-Br ex-agropecuária: 0,3%
Desempenho anual e acumulado
Na comparação interanual com agosto de 2025, a agropecuária liderou com salto de 5,8%. Os serviços subiram 1,3%, a indústria cresceu 0,4% e os impostos aumentaram 0,3%.
Sem considerar o setor agropecuário, o índice apresentou expansão de 0,9% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Veja as variações anuais detalhadas:
- IBC-Br: 1,2%
- Agropecuária: 5,8%
- Indústria: 0,4%
- Serviços: 1,3%
- Impostos: 0,3%
- IBC-Br ex-agropecuária: 0,9%
Nos oito primeiros meses do ano, o crescimento acumulado é de 1,6%. No trimestre encerrado em agosto, ante o período até maio, houve recuo de 0,6%.
O papel do índice
O indicador funciona como uma prévia oficial do Produto Interno Bruto (PIB), permitindo acompanhar a movimentação financeira com maior agilidade.
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